“Relações Linguísticas e Literárias Brasil - Países de Língua Alemã”
www.rellibra.com.br
Grupo de pesquisa fundado e certificado em 1993 – Credenciado na USP e no CNPq



Coordenadora Geral:
Profa. Pós-Dra. Celeste H. M. Ribeiro de Sousa (USP)
http://lattes.cnpq.br/1328501284219527

Sub-Coordenadora da área de literatura: Profa. Pós-Dra. Celeste H. M.
Ribeiro de Sousa (USP)

Sub-Coordenadora da área de linguística: Profa. Livre-Docente Carmen Zink Bolognini (UNICAMP)

Secretária: Tradutora Dra. Karola Maria Augusta Zimber

Linhas de pesquisa: Germanística intercultural e Germanística interdisciplinar

CERTIFICAÇÃO NO CNPq:
http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/1117449744501682
HISTÓRICO DO GRUPO
Este grupo foi fundado em 1993, por Celeste H. M. Ribeiro de Sousa, com a designação "Relações literárias Brasil-Alemanha vistas da perspectiva imagológica".
Em 1997, tendo-se aceito a proposta de alargar a área de pesquisa com o ingresso da linguista Carmen Zink Bolognini, o grupo passou a chamar-se "Relações lingüísticas e literárias Brasil-Alemanha - RELLIBRA".
Em 2015, durante o 1º Congresso da ABEG (Associação Brasileira de Estudos Linguísticos), foi levantada a questão das nacionalidades culturais e houve-se, então, por bem ajustar, sem alterar a sigla, o nome do Grupo de Pesquisa para “Relações linguísticas e literárias Brasil - Países de língua alemã”.

OBJETIVOS DO GRUPO
Agregar e produzir conhecimento acerca das relações linguísticas e literárias entre o Brasil e os países de língua alemã, através de pesquisas, palestras, congressos, publicações, etc., privilegiando, quando possível, o enfoque imagológico, a fim de contribuir para a desconstrução e desideologização de estereótipos/imagotipos que têm potencial para se transformar em barreiras ao diálogo entre pessoas, grupos e povos.

ATIVIDADES DO GRUPO
No começo, o grupo reunia-se regularmente uma vez por semestre: na 1ª segunda-feira da Semana Santa e na 1ª segunda-feira da Semana da Pátria, para discussões e palestras várias.
Com o advento do e-mail e de outras tecnologias digitais, o grupo passou a interagir através delas e a encontrar-se presencialmente, sobretudo, em mesas-redondas, seminários e/ou congressos.

 


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